Marcha do Progresso
Marcha do Progresso: Entenda o que nos diz o Livro dos Espíritos

Há perguntas que atravessam gerações porque tocam algo que todos nós sentimos, mesmo sem saber nomear. Uma delas é: por que o mundo muda tão devagar? Por que, mesmo diante de tanto sofrimento evitável, a humanidade parece caminhar a passos de tartaruga rumo a um tempo mais justo, mais fraterno, mais equilibrado? Essa inquietação não é nova. Ela já estava presente entre os primeiros estudiosos do Espiritismo, quando formularam a Allan Kardec uma das perguntas mais importantes de toda a obra codificadora: o aperfeiçoamento da Humanidade segue sempre uma marcha progressiva e lenta?
A questão 783 de O Livro dos Espíritos nasce exatamente desse incômodo. E a resposta que os Espíritos oferecem, complementada pelo comentário de Kardec e, mais tarde, aprofundada pelo espírito Miramez na obra Filosofia Espírita, psicografada por João Nunes Maia, forma um conjunto de ensinamentos capaz de mudar a forma como encaramos as crises, as revoluções e até as tragédias que sacodem a humanidade de tempos em tempos.
Neste artigo, proponho que caminhemos juntos por esse tema com calma, como quem se senta para conversar sobre algo que realmente importa. Vamos entender o que significa progresso sob a ótica espírita, por que ele é, ao mesmo tempo, natural e dependente do nosso esforço, e por que os abalos físicos e morais que sacodem os povos não são castigo, mas parte de um processo mais amplo de amadurecimento coletivo. A proposta é simples: sair desta leitura com mais serenidade diante dos tempos difíceis que vivemos, e com mais responsabilidade diante do papel que cada um de nós exerce nessa longa caminhada.
A pergunta que Kardec fez aos Espíritos
Antes de entrarmos na resposta propriamente dita, vale a pena parar um instante na própria pergunta. Kardec não estava simplesmente satisfazendo uma curiosidade filosófica quando indagou se o aperfeiçoamento da Humanidade segue sempre marcha progressiva e lenta. Ele estava, na verdade, colocando o dedo numa ferida que todos nós sentimos quando olhamos para a história: por que o progresso não é uniforme? Por que existem períodos de paz e prosperidade seguidos por guerras, epidemias, crises morais profundas? Por que alguns povos parecem estagnados enquanto outros avançam com rapidez?
A resposta espiritual não nega o caráter lento e gradual do progresso, mas acrescenta um elemento fundamental: quando um povo não avança no ritmo que deveria, Deus o sujeita, de tempos em tempos, a um abalo físico ou moral que o transforma. Essa ideia, à primeira vista, pode soar dura, quase como uma punição divina. Mas é justamente aqui que o comentário de Kardec nos ajuda a compreender melhor o sentido dessa afirmação, afastando qualquer leitura simplista de castigo e revelando, em vez disso, um mecanismo de reequilíbrio natural.
É importante notar que a resposta fala em “marcha progressiva e lenta” como regra geral, mas reconhece que essa marcha pode ser interrompida ou acelerada por circunstâncias específicas. Ou seja, o progresso não é uma linha reta e constante, mas um movimento que às vezes avança suavemente e, em outros momentos, dá saltos bruscos, provocados justamente por essas comoções que reorganizam a sociedade. Compreender essa dinâmica é o primeiro passo para entender por que vivemos, hoje, tempos de tantas transformações rápidas e, muitas vezes, dolorosas.
Vale destacar ainda que essa resposta não trata o progresso como algo abstrato, distante da vida concreta das pessoas. Ela fala em povos, ou seja, em coletividades inteiras, formadas por indivíduos que compartilham um mesmo momento histórico e um mesmo conjunto de desafios evolutivos. Isso nos ajuda a entender por que certos períodos da história concentram, quase ao mesmo tempo, guerras, epidemias, revoluções sociais e mudanças profundas de mentalidade em diferentes partes do mundo. Não se trata de coincidência, mas de um processo mais amplo de reequilíbrio que atinge grupos humanos inteiros, cada um no seu tempo e na sua medida, conforme a necessidade de crescimento que lhes é própria.
Essa forma de olhar para os acontecimentos coletivos nos convida a abandonar explicações simplistas, do tipo “isso está acontecendo porque tal grupo é culpado” ou “isso é apenas azar histórico”. Em vez disso, somos convidados a enxergar cada povo, cada nação, cada geração, como um organismo em constante aprendizado, sujeito às mesmas leis de causa e efeito que regem a vida individual, mas em uma escala muito maior e com um tempo de maturação muito mais longo. Essa perspectiva, longe de nos deixar indiferentes diante dos problemas sociais, nos convida a um envolvimento mais consciente e mais esperançoso com o nosso tempo.
O comentário de Kardec: revoluções que amadurecem em silêncio
Um dos pontos mais bonitos do comentário de Allan Kardec sobre essa questão é a ideia de que o homem não pode permanecer indefinidamente na ignorância, porque tem uma finalidade a cumprir, traçada pela Providência. Isso significa que existe um propósito evolutivo em cada ser humano e, por extensão, em cada sociedade. Ninguém está condenado a ficar para sempre no mesmo patamar de consciência. Existe um chamado constante ao crescimento, mesmo que esse crescimento se manifeste de formas nem sempre agradáveis.
Kardec observa que o homem se instrui pela força das coisas, ou seja, aprende através da própria experiência, das consequências de suas escolhas, dos resultados de seus erros e acertos. E ele traça um paralelo precioso entre as revoluções morais e as revoluções sociais: ambas se infiltram nas ideias pouco a pouco, germinam durante séculos, silenciosamente, até que, um dia, irrompem de forma repentina. É como uma semente que passa anos sob a terra, invisível, até que finalmente rompe a superfície e se transforma em planta. O que parece súbito, na verdade, foi longamente preparado.
Essa imagem nos ajuda a entender por que grandes transformações sociais — o fim da escravidão, as conquistas de direitos, as mudanças de mentalidade sobre temas que antes eram tabu — parecem, à primeira vista, acontecimentos rápidos, quase explosivos. Mas quem estuda história sabe que, por trás de cada uma dessas rupturas, existiram décadas, às vezes séculos, de amadurecimento de ideias, de vozes isoladas que foram, aos poucos, se multiplicando até formar uma consciência coletiva madura o suficiente para provocar a mudança. O mesmo vale para o nosso crescimento individual: raramente mudamos de um dia para o outro sem que, por dentro, já estivéssemos sendo preparados havia muito tempo para aquele salto.
Kardec vai além e usa uma expressão marcante ao falar do “desmoronamento do carunchoso edifício do passado”. A imagem do edifício carcomido pelo caruncho, aquele inseto que corrói a madeira por dentro sem que se perceba de fora, é extremamente precisa. As estruturas sociais, os costumes, as instituições que já não correspondem mais às necessidades e aspirações de uma época vão sendo minadas internamente, até que, num determinado momento, desmoronam. Esse desmoronamento é doloroso para quem vive dentro do edifício, mas necessário para que uma construção nova, mais alinhada com o momento evolutivo da humanidade, possa se erguer em seu lugar.
Por que as crises não são castigo, mas purificação
Um dos aspectos mais importantes desse ensinamento é a forma como Kardec descreve a percepção humana diante dessas comoções sociais. Ele afirma que, nesses momentos, o homem quase nunca percebe senão a desordem e a confusão momentâneas que o ferem em seus interesses materiais. É uma observação extremamente realista sobre a natureza humana: quando estamos no meio de uma crise, seja ela econômica, política ou pessoal, é natural que nossa atenção se volte para o que estamos perdendo, para o incômodo imediato, para o medo do que ainda pode vir.
No entanto, Kardec propõe um outro olhar, reservado àquele que consegue elevar o pensamento acima da própria personalidade. Essa pessoa, diz ele, é capaz de admirar os desígnios da Providência, que do mal faz sair o bem.
Essa frase carrega uma das ideias mais reconfortantes de toda a doutrina espírita: nada do que acontece está fora de um propósito maior de evolução. Mesmo os episódios mais sombrios da história humana carregam, dentro de si, a semente de uma reorganização necessária.
A imagem final do comentário é particularmente poética: a procela, a tempestade que saneia a atmosfera depois de agitá-la violentamente. Todos nós já vivenciamos, na natureza, esse fenômeno: dias abafados, pesados, de ar parado, que de repente são cortados por uma tempestade forte, com trovões e ventos intensos, e que, passada a tempestade, deixam o ar mais limpo, mais leve, mais respirável. É exatamente essa dinâmica que Kardec enxerga nas grandes crises sociais e morais: elas são desconfortáveis, às vezes assustadoras, mas necessárias para dissipar o que estava estagnado e permitir a entrada de ares novos. Entender isso não nos torna indiferentes ao sofrimento envolvido nesses processos, mas nos dá uma perspectiva mais ampla, capaz de trazer serenidade mesmo em meio à turbulência.
O progresso natural segundo Miramez
Se o comentário de Kardec nos oferece uma chave filosófica e histórica para compreender o tema, o texto do espírito Miramez, psicografado por João Nunes Maia na obra Filosofia Espírita, nos convida a um mergulho ainda mais profundo, quase contemplativo, sobre a natureza desse progresso. Logo no início, Miramez apresenta uma distinção importante: existe um aperfeiçoamento natural e progressivo que se estende a toda a criação de Deus. Esse progresso é lento por definição, e essa lentidão não é uma falha do sistema, mas uma condição necessária para que o próprio ser humano possa participar ativamente da sua evolução e da evolução de tudo o que o cerca.
Essa ideia merece um instante de reflexão. Se o progresso fosse instantâneo, imposto de fora para dentro, sem a participação ativa de cada consciência, ele não teria o mesmo valor. É como a diferença entre receber um conhecimento pronto e conquistá-lo através do próprio esforço de aprendizagem: o segundo caminho, ainda que mais demorado, gera um amadurecimento muito mais sólido e duradouro. Miramez explica que cabe aos seres humanos acionar essa parte que lhes compete, buscando o equilíbrio que a própria vida vai revelando ao longo do caminho, e que, nesse processo, o bom senso deve imperar nos corações já tocados pela luz da verdade.
Miramez traz ainda uma constatação valiosa sobre o nosso tempo: a ciência já conhece as transformações naturais que ocorrem na matéria, independentemente da interferência humana. Esse é, segundo ele, o progresso natural da vida, que flui de Deus através dos canais do tempo. Mas o ser humano também tem o poder de ajudar ou apressar esse progresso, e deve fazê-lo sempre que esse impulso estiver a serviço do bem coletivo. Aqui está uma mensagem de grande responsabilidade: não somos meros espectadores passivos de um progresso que acontece independentemente de nós. Temos participação ativa nesse movimento, e essa participação pode, sim, acelerar processos que, de outra forma, levariam mais tempo para amadurecer.
O desequilíbrio entre progresso científico e progresso moral
Um dos pontos centrais do comentário de Miramez, e talvez o mais atual de todos, é a constatação de que os seres humanos avançam demais no campo científico, enquanto o progresso moral segue num ritmo muito mais lento. Para que exista equilíbrio verdadeiro, afirma o espírito, é necessário que essas duas dimensões — a científica e a moral — caminhem na mesma velocidade, permitindo que as forças se entrelacem no ritmo do amor e da verdade. Quando esse equilíbrio se rompe, surgem os flagelos, as catástrofes, as pestes e a fome, como manifestações visíveis de um desajuste que, na origem, é invisível e interno.
Essa observação nos convida a olhar com mais atenção para o mundo em que vivemos. Vivemos numa época de avanços tecnológicos extraordinários, de conquistas científicas que, há poucas décadas, pareceriam ficção. Viajamos para o espaço, criamos tecnologias capazes de conectar o planeta inteiro em segundos, desenvolvemos curas para doenças antes consideradas fatais. E, ainda assim, continuamos convivendo com guerras, desigualdades profundas, crises ambientais e um sofrimento emocional coletivo que parece crescer na mesma proporção em que a tecnologia avança. Miramez descreve exatamente esse fenômeno quando fala de uma felicidade fictícia, material, sustentada pelo conforto externo, mas esquecida da verdadeira ciência do amor, que precisa ser buscada nas viagens internas, no que ele chama poeticamente de “ninho microcósmico da alma”.
Essa passagem carrega uma mensagem essencial para os dias de hoje: o conforto material, por mais valioso que seja, não substitui o trabalho interior de autoconhecimento e transformação moral. Podemos ter todo o progresso técnico do mundo, mas se não cultivarmos, paralelamente, o progresso do coração — a capacidade de amar, de perdoar, de compreender o outro, de agir com ética e compaixão —, o desequilíbrio continuará se manifestando através de crises cada vez mais intensas. Miramez não está condenando a ciência; muito pelo contrário, ele reconhece o valor dos espíritos científicos que vieram à Terra para mostrar o alcance do plano físico. Mas ele também destaca que, ao lado dessa missão, existe outra igualmente importante: a dos espíritos que ele chama de “cientistas do amor”, enviados sob o comando de Jesus para revelar o valor do Espírito. Essas duas colunas, científica e moral, têm a mesma missão: estabelecer a felicidade e o equilíbrio no íntimo da alma humana.
A justiça divina e o convite à paciência
Outro aspecto delicado, e ao mesmo tempo profundamente consolador, do texto de Miramez, é a reflexão sobre a justiça divina diante do desequilíbrio provocado pela própria humanidade. O espírito afirma que Deus é tão bom que faz nascer a luz das trevas e, do mal, o bem comum. Essa é uma ideia recorrente também no comentário de Kardec, e mostra uma coerência profunda entre os dois ensinamentos: por mais sombrios que sejam os episódios vividos pela humanidade, existe sempre um propósito de reequilíbrio por trás deles, conduzido por uma força soberana que ninguém pode enganar.
Miramez, no entanto, faz um alerta importante: mesmo diante do espetáculo da natureza que, muitas vezes, parece responder aos desmandos cometidos na Terra, devemos evitar fazer justiça com as próprias mãos. Somente Deus pode e deve exercer essa justiça, segundo Seu comando supremo. Essa passagem nos remete diretamente ao ensinamento cristão, e Miramez cita, para reforçar essa ideia, a carta de Paulo aos Tessalonicenses, quando o apóstolo recomenda que ninguém retribua a outrem o mal pelo mal, e que, ao contrário, todos busquem sempre o bem, tanto entre si quanto para com todos.
Essa orientação é especialmente valiosa em tempos de tanta polarização e de tanta vontade de “revidar” ofensas, sejam elas pessoais ou coletivas. Miramez reconhece que o primeiro impulso do ser humano, quando ofendido, é justamente revidar. É uma reação natural, quase instintiva. Mas ele nos lembra que Jesus, através de seus ensinamentos e de sua própria vivência, mostrou o caminho contrário: amar a todos com o mesmo amor, independentemente de como fomos tratados. A imagem do Mestre morrendo na cruz para, segundo as palavras do espírito, “nascer nos corações dos próprios detratores”, é uma das mais fortes de toda a mensagem, e nos convida a repensar a forma como lidamos com nossas próprias mágoas e ressentimentos diante das injustiças que vivenciamos, sejam elas pequenas ou grandes.
O que isso significa para o nosso dia a dia
Diante de tudo o que vimos até aqui, talvez a pergunta mais importante seja: o que esse ensinamento muda, concretamente, na forma como vivemos nossa vida cotidiana? Acredito que a resposta está em três movimentos simples, mas profundos, que podem nos ajudar a atravessar os tempos de crise com mais equilíbrio e a contribuir, de forma consciente, para o progresso coletivo.
O primeiro movimento é o de ressignificar o olhar sobre as dificuldades. Quando compreendemos que as comoções sociais e até as crises pessoais fazem parte de um processo mais amplo de reequilíbrio, deixamos de encará-las apenas como punição ou má sorte, e passamos a enxergá-las como oportunidades de amadurecimento, tanto individual quanto coletivo. Isso não significa minimizar a dor envolvida nesses processos, mas sim encontrar um sentido maior que nos ajude a atravessá-los com mais serenidade e menos desespero.
O segundo movimento é o de assumir nossa parcela de responsabilidade nesse progresso. Como bem lembra Miramez, cabe a cada ser humano acionar a parte que lhe compete na construção do equilíbrio. Isso significa que não basta esperar passivamente que o mundo melhore: é preciso agir, cada um dentro de suas possibilidades, para reduzir a distância entre o progresso científico e o progresso moral. Pequenos gestos de gentileza, escolhas éticas no dia a dia, o esforço sincero de vencer o impulso de revidar o mal com o mal — tudo isso são formas concretas de contribuir para esse reequilíbrio de que tanto precisamos.
O terceiro movimento, talvez o mais delicado, é o exercício da paciência e da confiança. Vivemos numa cultura acostumada à urgência, que quer resultados imediatos e se frustra facilmente diante da lentidão dos processos. Mas tanto a resposta dos Espíritos quanto os comentários de Kardec e Miramez nos convidam a uma outra relação com o tempo: a compreensão de que o progresso é, por natureza, lento, mas seguro, conduzido por uma Providência que sabe exatamente o que faz. Isso não é convite à acomodação, mas sim um lembrete de que nosso papel é semear com constância, mesmo sem ver o fruto imediato daquilo que plantamos.
Amadurecimento coletivo lento, porém constante
A questão 783 de O Livro dos Espíritos, iluminada pelo comentário de Allan Kardec e aprofundada pela mensagem do espírito Miramez, nos entrega um dos ensinamentos mais úteis para os tempos que vivemos: a certeza de que o progresso da humanidade, embora lento, é constante, e que as crises que atravessamos, por mais dolorosas que sejam, carregam dentro de si um propósito de reequilíbrio e amadurecimento coletivo.
Aprendemos que as grandes transformações sociais não surgem do nada; elas amadurecem silenciosamente, como sementes sob a terra, até irromperem no momento certo. Aprendemos também que o desequilíbrio entre o avanço científico e o avanço moral é a raiz de muitos dos flagelos que ainda hoje afligem a humanidade, e que cabe a cada um de nós fazer a nossa parte para reduzir essa distância, cultivando, ao lado do conforto material, o cuidado com a alma e com o próximo. E, por fim, somos lembrados de que a justiça última pertence somente a Deus, e que o nosso caminho, inspirado nos ensinamentos de Jesus, é o do amor que se opõe ao ódio, mesmo diante da ofensa e da injustiça.
Que possamos, então, olhar para os desafios do nosso tempo — sejam eles pessoais, sociais ou globais — com os olhos de quem compreende que toda tempestade, por mais forte que seja, tem o propósito de sanear a atmosfera. E que, nesse processo, cada um de nós possa se sentir chamado não apenas a suportar as transformações, mas a participar ativamente delas, como agentes conscientes do progresso moral que a humanidade tanto precisa para alcançar o equilíbrio que Deus, em Sua infinita bondade, deseja para todos os Seus filhos.
Gostou do artigo?
Já comente aqui o que achou e nos ajude a melhorar nosso conteúdo!
Você também pode se interessar por estes artigos:
Clique aqui para ler sobre a aliança da ciência e da religião
Clique aqui para ler sobre a passagem do Evangelho, O Espiritismo
Clique aqui para ler sobre O Cristo
Clique aqui e leia sobre a pena de morte segundo o Livro dos Espíritos
Clique aqui para ler sobre o mercado literário espírita
Visite-nos em nossas redes sociais: